Emprego e renda
““Dei aula por anos para gente que trabalhou o dia inteiro antes de sentar na carteira. Ninguém ali queria favor. Queriam oportunidade.””
O desafio
Minas é gigante e diversa: indústria em Betim e Contagem, café no Sul, agro no Triângulo, fruticultura no Norte, artesanato e mineração no Jequitinhonha. Mas quem quer empreender enfrenta burocracia demais, e quem quer trabalhar muitas vezes não encontra a qualificação que o empregador da própria cidade procura. Esse descasamento custa emprego e custa renda.
O que vou defender na Assembleia
Desburocratização estadual para quem produz — revisão de exigências e prazos para pequenos negócios, MEIs e produtores rurais.
Qualificação profissional casada com a demanda local — cursos técnicos e profissionalizantes definidos com base no que as empresas e produtores de cada região realmente contratam.
Apoio ao pequeno produtor — assistência técnica, acesso a mercado institucional (como a alimentação escolar) e crédito orientado.
Atração de investimentos com contrapartida de emprego local — e de vagas de aprendizagem para jovens da rede pública.
Primeiro emprego conectado à escola — estágio e aprendizagem como parte natural do ensino médio técnico.
Projeto-bandeira
Escola-Indústria
Betim me ensinou o que acontece quando escola técnica e indústria conversam: aluno formado com emprego à vista, empresa com mão de obra qualificada do lado de casa. Quero transformar isso em política estadual: conselhos regionais escola-empresa, currículo técnico pactuado com os arranjos produtivos de cada mesorregião e meta pública de empregabilidade dos formados — medida e divulgada todo ano.