Compromissos com Minas Gerais

Emprego e renda

“Dei aula por anos para gente que trabalhou o dia inteiro antes de sentar na carteira. Ninguém ali queria favor. Queriam oportunidade.”

O desafio

Minas é gigante e diversa: indústria em Betim e Contagem, café no Sul, agro no Triângulo, fruticultura no Norte, artesanato e mineração no Jequitinhonha. Mas quem quer empreender enfrenta burocracia demais, e quem quer trabalhar muitas vezes não encontra a qualificação que o empregador da própria cidade procura. Esse descasamento custa emprego e custa renda.

O que vou defender na Assembleia

  1. Desburocratização estadual para quem produzrevisão de exigências e prazos para pequenos negócios, MEIs e produtores rurais.

  2. Qualificação profissional casada com a demanda localcursos técnicos e profissionalizantes definidos com base no que as empresas e produtores de cada região realmente contratam.

  3. Apoio ao pequeno produtorassistência técnica, acesso a mercado institucional (como a alimentação escolar) e crédito orientado.

  4. Atração de investimentos com contrapartida de emprego locale de vagas de aprendizagem para jovens da rede pública.

  5. Primeiro emprego conectado à escolaestágio e aprendizagem como parte natural do ensino médio técnico.

Projeto-bandeira

Escola-Indústria

Betim me ensinou o que acontece quando escola técnica e indústria conversam: aluno formado com emprego à vista, empresa com mão de obra qualificada do lado de casa. Quero transformar isso em política estadual: conselhos regionais escola-empresa, currículo técnico pactuado com os arranjos produtivos de cada mesorregião e meta pública de empregabilidade dos formados — medida e divulgada todo ano.