Ciência e tecnologia
““Engenheiro que virou professor sabe: talento nasce em todo lugar. Oportunidade é que não.””
O desafio
Todo ano, jovens mineiros ganham medalhas em olimpíadas de matemática, física e robótica — muitos vindos de escolas públicas, alguns da escola onde construí minha gestão como diretor de ensino. E todo ano, talentos iguais a esses se perdem por falta de laboratório, de incentivo, de alguém que mostre o caminho. Minas não pode dar-se ao luxo de desperdiçar cérebros.
O que vou defender na Assembleia
Bolsa-medalhista estadual — apoio financeiro e acompanhamento para estudantes da rede pública premiados em olimpíadas do conhecimento.
Clubes de ciência, robótica e programação — nas escolas estaduais, no contraturno, com professores orientadores remunerados por isso.
Feiras regionais de ciência e engenharia — em cada mesorregião, com passagem garantida para a feira estadual.
Iniciação científica júnior — ampliada em parceria com UFMG, UEMG, Unimontes e institutos federais.
Apoio a startups e projetos estudantis — que a primeira empresa de um jovem mineiro possa nascer dentro da escola.
Projeto-bandeira
Ponte Minas–França
Desde 2019 recebo estudantes franceses em programas de estágio no IFMG. Eu mesmo estudei na França pela UFMG e trabalhei lá como gestor de produção — e sei o que uma experiência internacional faz com a ambição de um jovem. Quero institucionalizar essa ponte: programa estadual de intercâmbio técnico-científico entre escolas técnicas mineiras e instituições internacionais parceiras, priorizando bolsistas da rede pública. O filho do trabalhador mineiro também pode — e deve — ver o mundo.